precisão, ciência e visão além da dor
Nem sempre o local da dor é o verdadeiro problema.
O corpo envia sinais constantemente — e a termografia permite enxergar esses sinais de forma objetiva, segura e não invasiva. Na fisioterapia, ela se torna uma poderosa aliada para direcionar tratamentos com mais precisão e assertividade.
A termografia é um exame que analisa as variações de temperatura da pele, refletindo alterações na circulação, inflamações e interferências no sistema nervoso. Tudo isso sem contato, sem radiação e sem dor.
Na minha prática, a termografia não é usada como um exame isolado ou diagnóstico final, mas como um norte terapêutico.
Ela ajuda a identificar áreas de desequilíbrio térmico que muitas vezes correspondem a interferências do sistema nervoso, cicatrizes, inflamações antigas ou sobrecargas silenciosas.
Essas informações são fundamentais especialmente nos tratamentos com terapia neural, onde a precisão do local a ser tratado faz toda a diferença no resultado.
A integração entre termografia e terapia neural é indicada principalmente em casos de dores crônicas ou recorrentes, falha em tratamentos anteriores, dores migratórias, sintomas sem causa estrutural evidente e histórico de cirurgias.
Utilizar a termografia no acompanhamento terapêutico significa reduzir achismos, aumentar a precisão clínica e respeitar a individualidade do paciente, possibilitando planos de tratamento personalizados e melhores resultados.